Duelo Suzuki Burgman i x Honda Lead

Do R7, com WebMotors (Arthur Caldeira/Agência InfoMoto)

Veja quem vence o duelo entre os scooters na faixa dos R$ 6 mil mais vendidos do Brasil

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A Suzuki demorou em renovar seu scooter e apenas em março deste ano apresentou o Burgman i, com motor de 125 cc e injeção eletrônica. Seu atraso lhe custou a liderança do mercado, hoje ocupada pelo Honda Lead 110, lançado em julho de 2009.

Mas vale dizer que não foi apenas a letargia da J.Toledo/Suzuki que fez do scooter da Honda o mais vendido do segmento. Projeto já consagrado, o Lead é uma dos modelos mais vendidos da marca em todo o mundo.

Mas como nem sempre a liderança de mercado significa a melhor opção de compra, colocamos os dois pequeninos scooters frente a frente em uma disputa urbana para ajudá-lo na hora da compra.

Motorização

O scooter Suzuki Burgman i 2011 ganhou injeção eletrônica de combustível para alimentar seu propulsor de quatro tempos, 125 cm³, duas válvulas, OHC, monocilíndrico e refrigeração a ar. Mas para atender às regras antipoluição, o desempenho do motor é bastante comedido para sua capacidade cúbica: produz 9 cavalos de potência máxima a 7.500 rpm e torque máximo de 0.95 kgf.m a 6.500 rpm. Números inferiores que o antigo Burgman, que oferecia 12,3 cv de potência máxima e 1,1 kgf.m de torque.

Já o Honda Lead tem propulsor monocilíndrico de menor capacidade, 108 cm³, OHC (comando simples no cabeçote), porém com arrefecimento líquido. A potência máxima é praticamente a mesma - 9,2 cv a 7.500 rpm – assim como o torque de 0,97 kgf.m a 6.000 rpm. O pequeno motor também é alimentado por injeção eletrônica de combustível. Ambos são equipados com câmbio CVT – transmissão continuamente variável – e não têm marchas e nem embreagem.

No uso urbano, o desempenho do Burgman i e do Lead 110 praticamente se equivalem. Mas é na hora de acelerar em vias de trânsito mais rápido ou em estradas que o modelo da Suzuki leva vantagem, chegando a atingir velocidade próxima aos 100 km/h no velocímetro, enquanto o scooter Honda tem um limitador que não o deixa passar dos 80 km/h.

Outro ponto positivo do scooter Suzuki foi a economia de combustível. Em cerca de 300 km rodados, o Burgman teve média de consumo que variou entre 38 e 41 km/l. Como tem tanque de 6,0 litros, sua autonomia beira os 250 km.

Já o Honda Lead 110 teve média de consumo entre 33 e 35 km/l. E com tanque de 6,5 litros, o scooter tem autonomia para rodar cerca de 200 km.

Ciclística

Na parte ciclística, ambos também trazem projetos bastante semelhantes. Tanto Honda como Suzuki montaram seus scooters sobre chassis monoblocos, com suspensões telescópicas na dianteira e balança monoamortecida na traseira. Como era de se esperar, o conjunto de amortecimento não é suficiente para absorver as enormes imperfeições do asfalto paulistano em nenhum dos dois modelos. Mas isso não é um defeito dos veículos, mas sim das nossas ruas. O que vale ressaltar aqui é que, ao conduzir um scooter, o piloto tem de estar ciente de suas limitações de desempenho e ciclística e respeitar o veículo para evitar acidentes.

As diferenças aparecem mesmo nas rodas e freios. A Honda equipou o Lead com roda dianteira de 12 polegadas e traseira de 10 polegadas, enquanto a Suzuki optou pelas rodas de 10 polegadas na frente e atrás. Ao passar por ondulações, a roda de 12 polegadas oferece um pouco mais de firmeza e transmite mais segurança ao motociclista.

A diferença, contudo, não é tão gritante como nos freios – bem melhores também no scooter Honda. Ambos têm freio a disco na dianteira e a tambor na traseira. Porém o Lead traz o sistema de freios combinados mecanicamente: ou seja, ao acionar o manete do freio traseiro, o disco dianteiro também entra simultaneamente em ação, o que representa menor espaço de frenagem e mais segurança para o piloto. Já na unidade do Burgman testada por nós, o freio traseiro mostrou-se bastante ineficiente – um pequeno ajuste melhorou a frenagem, mas não chegou a se equivaler ao desempenho dos freios do scooter Honda.

O Lead marca mais um ponto ao trazer o útil freio de estacionamento. Além de evitar quedas quando estiver estacionado em ladeiras, já que não é possível deixar o scooter “engatado”, facilita a vida do motociclista em situações cotidianas, como encostar o veículo para atender ao celular, por exemplo.

Por outro lado, a Honda não equipou o Lead com um simples descanso lateral – item de série no Suzuki Burgman, que também traz o cavalete central. A necessidade de colocar o scooter da Honda no cavalete central em qualquer parada é irritante. A alegação de que o descanso lateral pode causar acidentes quando o motociclista se esquece de recolhê-lo, não colou. Caso contrário, a fábrica não venderia o descanso como opcional em suas concessionárias, não é mesmo?

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Honda Lead tem roda de 12'' na traseira, contra 10'' do Burgman, sendo melhor para encarar os buracos

Praticidade

A opção de muitos motociclistas em trocar sua moto de “verdade” por um scooter para rodar na cidade se deve à praticidade desses veículos. São fáceis de pilotar, seu escudo frontal protege até mesmo contra garoas, a ausência de pedal de câmbio faz os sapatos durarem mais e o espaço sob o banco e outros porta-trecos faz dos scooters ótimas opções para o uso urbano.

E nesse quesito o Honda Lead ganha de lavada. A começar na hora de abastecer: no Honda não é preciso levantar o banco para colocar combustível, pois o bocal fica no assoalho; já o Burgman exige que se abra o banco.

E não é só isso. Essa diferença de projeto denuncia outra grande vantagem do Lead. Além de reduzir o centro de gravidade e garantir mais estabilidade, o tanque de combustível no assoalho “libera” um enorme espaço sob o banco do scooter Honda. Para se ter uma ideia, pode-se colocar até dois capacetes, um integral e outro do estilo Jet. Já no Burgman i cabe apenas um capacete do tipo Jet e somente se for bem encaixado.

Outro detalhe é que o porta luvas, localizado no escudo frontal do Honda Lead, não precisa ficar trancado o tempo todo, é possível apenas fechá-lo. Já no Burgman i sempre é preciso a chave para abrir o porta luvas. Em outros detalhes ambos se equivalem: têm bagageiro como item de série e um gancho para transportar sacolas, além de contarem com shutter key e pedaleiras retráteis para a garupa.

Conclusão

Os dois scooters – Honda Lead 110 e Suzuki Burgman i – são excelentes opções para rodar na cidade se você já se cansou dos congestionamentos dentro do seu carro ou até mesmo para deixar a moto maior em casa. Porém, as qualidades do Honda Lead 110 no quesito praticidade dão larga vantagem ao modelo e, até certo ponto, justificam sua liderança no segmento. Quem busca um scooter para o uso estritamente urbano tem no modelo da Honda uma opção melhor.

Porém, se no caminho do trabalho você transitar por alguma estrada, o Suzuki Burgman oferece uma velocidade final maior e um desempenho um pouco melhor, garantindo sua segurança. Além, é claro, do fator estético que fica por conta do gosto de cada um.

O preço de cada um dos dois scooters não é um fator decisivo. Em São Paulo (SP), o Suzuki Burgman i custa R$ 5.990; enquanto a Honda está vendendo o Lead 110 por R$ 5.690, com a ressalva de que se trata de um preço “teoricamente” promocional, mas que já dura desde janeiro. Uma vez que os preços dos dois scooters são praticamente o mesmo, o Honda Lead 110 se saiu melhor nesse embate urbano.
fonte: http://noticias.r7.com/carros/noticias/compara-suzuki-burgman-i-x-honda-lead-20110801.html

Honda lança linha New Fit 2012

Honda apresenta a linha 2012 do Honda New Fit, o monovolume mais vendido do Brasil sem alteração no carro e nos preços.

Modelo de segunda geração

O New Fit 2012, modelo de segunda geração, lançada desde 2008, continua com o mesmo design, versões e motores. O modelo é um dos mais premiados pela imprensa especializada nacional e já contabiliza mais de 110 mil unidades vendidas desde o ano de 2003.

Versões
O New Fit é comercializado nas versões DX, LX, LXL, EX e EXL, todas equipadas com motor 1.4 i-VTEC Flex de 100/101 cv de potência e 13 kgfm de torque.

Nova versão de entrada

Em janeiro o modelo ganhou uma versão uma nova versão de entrada, a DX, que vem equipada com ar, airbags frontais duplos, apoio de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes e freios dianteiros e traseiros a tambor, computador de bordo que informa o consumo instantâneo e médio em km/l, autonomia e hodômetros total e parcial.

Transmissão manual ou automática
Todas as versões podem vir com transmissão manual ou automática de cinco velocidades, exceto a topo de linha EXL, que só tem automática. Todas as versões contam com ar-condicionado, vidro elétrico e rodas de liga leve (exceto a DX, que tem calotas).

Preços
O New Fit continua com os mesmos preços da tabela da linha 2011:
- R$ 51.805,00 (DX MT Flex)
- R$ 55.805,00 (DX (AT Flex)
- R$ 54.905,00 (LX MT Flex)
- R$ 58.905,00 (LX AT Flex)
- R$ 57.860,00 (LXL MT Flex)
- R$ 61.855,00 (LXL AT Flex)
- R$ 61.715,00 (EX MT Flex)
- R$ 65.720,00 (EX AT Flex)
- R$ 71.720,00 (EXL AT Flex)
Honda New Fit 2012
Honda New Fit 2012 não sofreu mudanças.
http://www.motorclube.com.br/materias/honda-lanca-linha-new-fit-2012.aspx

Cherokee novo

Agora chega arrebentando

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A última geração do Grand Cherokee não conseguiu nem de leve repetir o sucesso que as anteriores obtiveram nos vários mercados onde foram comercializadas, inclusive no Brasil . E não era para menos, a Jeep - integrante do grupo Chrysler- via o fantasma da falência completa bater à porta e tinha a obrigação de oferecer um produto novo. O resultado foi um SUV de péssimo acabamento interno e longe do padrão que a marca adotou para seus modelos. A redenção, finalmente, chega com a quarta geração do jipão, que passou por uma reformulação geral.

Ao contrário de uma plástica, como é corriqueiro na indústria automotiva para justificar que determinado modelo é novo, ou seja, mudam-se pequenos detalhes, acrescentam-se um ou outro acessório e lá se vai o veículo com a denominação do ano seguinte. No caso do Grand Cherokee a Chrysler (leia-se Fiat, proprietária da marca), não fez por menos e investiu muito no utilitário esportivo para voltar a ocupar um lugar no coração do consumidor não só dos Estados Unidos, mas também em outros países, como o Brasil, que em tempo de economia aquecida e vendas em alta terá que se defrontar com rivais poderosos como o  Toyota Hilux SW4 (diesel), Mitsubishi Pajero Full, Hyundai Vera Cruz, Kia Mohave e Land Rover Discovery 4.

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Duas versões de acabamento, Laredo e Limited (mais equipada, vem com teto solar e câmera de estacionamento de ré) e a mesma motorização 3.6l de 286 cv de potência e câmbio de automático de cinco marchas , o gradalhão não merece ser desprezado ou até olhado com desconfiança. Ao contrário, a Jeep teve o bom senso de manter o espírito fora de estrada e reforçar o jeito de um grande sedã, oferecendo mais espaço interno, resultado do aumento da carroceria em 10 cm no comprimento e 5 cm na largura.

Nova família de motores Pentastar com comando variável de válvulas (ele irá equipar a nova geração do Journey e já está presente no 300 C, em torno de 10% mais econômico em comparação ao antecessor.   Mérito para o novo conjunto de suspensão, independentes nas quatro rodas, mais adequado a proposta de um modelo que tem força para enfrentar trilhas.  Contando com sistema de tração  Selec-Terrain, o seu uso é dos mais simples,  um botão seletor permite a escolha de um dos cinco programas: Auto ( cidade e off road), Sand/Mud (piso arenoso ou lamaçais), Snow (pistas  escorregadia), Rock (terrenos rochosos], e Sport (útil na estrada).

No asfalto e na terra
Boa parte do teste organizado pela Chrysler foi em asfalto, o que só reforçou a velha máxima que o proprietário vai mesmo é enfrentar a selva urbana. E neste quesito o Grand Cherokee passa com louvor. O motor tem força mais do que suficiente para a estrada, chegando-se facilmente aos 120 km/h.  Ele até pede mais, no entanto, por seu tamanho e peso (cerca de duas toneladas) andar quase comportado é a melhor pedida. As irregularidades do piso não são sentidas, uma benção se formos lembrar que  alguns dos seus adversários passam os calombos para o condutor e passageiros.  Usando a tração Sport, o SUV fica ainda mais interessante e na mão do motorista.

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E quando o assunto é terra? Pode ter cerrteza de que o grandalhão tem tudo para superar toda espécie de obstáculos (lembre-se que a primeira geração tinha esse objetivo, enfrentar todo tipo de terreno). Na pista improvidada pela Chrysler em um resort na Costa Verde fluminense, o Grand Cherokoee desprezou e enfrentou facilmente um rio com cerca de um metro sem qualquer dificuldade. Aliás, ele ficou ainda mais interessante quando jogamos na lama (sem trocadilhos, o Drive para o manual), as trocas de marchas são acertadas e suaves.

Final da prova. Se a Chrysler apanhou (merecidamente) no modelo anterior, a atual geração do Grand Chrerokee merece mais elogios do que críticas, ainda que na versão Laredo falte a câmera de estacionamento traseiro, os mimos e equipamentos que estão incluídos vale o preço de R$ 154.900 e o prazer de dirigi-lo.
fonte: http://www.revistatorque.com.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=41&Itemid=54

Gol e Fox Rock in Rio

Volkswagen lança para celebrar a décima edição do Rock in Rio, o Gol e Fox Rock in RioGol_RockinRio_58Frente-A
A Volkswagen lança para celebrar a décima edição do Rock in Rio, o Gol e Fox Rock in Rio, com configuração exclusiva que traz identificação com o evento. Ambos os modelos focam o público jovem.

Os dois carros serão oferecidos nas cores típicas do evento, Azul Boreal e Branco Cristal, e duas espécies de vermelho sendo Flash para o Gol e Tornado para o Fox.

O Gol Rock in Rio tem motor 1.0 Total Flex, com 76 cv, e vem equipado com rodas de liga leve de 14 polegadas. A banda inferior sob as portas tem acabamento em preto fosco, e a dianteira possui um friso cromado no para-choque.
Já no Fox Rock in Rio o motor é um Total Flex 1.6 litro, com 104 cv, e utiliza rodas de liga leve com 15 polegadas com acabamento levemente escurecido dos aros que reforçam a esportividade do conjunto.
Comum em ambos os modelos temos o largo adesivo que corre ao longo das duas portas, na parte inferior com o logotipo do evento e uma representação de um show de rock. Também há faróis e lanternas escurecidas e uma faixa preta entre os refletores, na parte inferior. Outros adesivos pretos são usados na tampa traseira e no local da placa.

O interior da série se destaca pelos bancos exclusivos, em tecido malharia Rock cinza. Os assentos dianteiros têm logotipos vermelhos bordados no encosto e, na lateral, a silhueta de uma guitarra, em azul. O teto e as colunas são escurecidos, os aros das entradas de ar e a moldura em torno da alavanca de câmbio são vermelhos, e o cinzeiro removível conta com logotipo na tampa para garantir o tom esportivo.

As soleiras das portas, em alumínio, também trazem o logotipo exclusivo da série. O volante multifuncional é o mesmo que equipa o Passat, e o sistema de som que é o diferencial de identificação com a série tem quatro alto-falantes e dois tweeters e conta com CD Player com Bluetooth, MP3, entradas USB e cartões SD e entrada para iPod.

O Gol e o Fox Rock in Rio serão oferecidos por somente três meses começando agora em julho com produção mensal limitada. Serão apenas apenas 900 exemplares mensais do Gol e 350 do Fox Rock in Rio. O Gol Rock in Rio custa R$ 35.350 e o Fox sai por R$ 40.990.
fonte: http://www.revistatorque.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=507:volkswagen-lanca-gol-e-fox-rock-in-rio&catid=43:news&Itemid=194

Saiba evitar vidros embaçados no frio

Como evitar vidros embaçados no frio

De Texto e fotos: Fernando Pedroso / Fonte: iCarros





Nesta época do ano, com o frio, é muito comum os vidros dianteiros e traseiros dos carros embaçarem em função da diferença de temperatura interna e externa do veículo. Este fenômeno acontece quando o ar de dentro do carro aquece, já que os vidros ficam fechados e a própria luminosidade externa aumenta a temperatura interna, causando o efeito estufa.

“A umidade de dentro também aumenta devido à respiração dos passageiros e do próprio aquecimento. Como a superfície das janelas está fria em função do contato com o ar exterior, a umidade condensa e forma o que chamamos de 'embaçamento'”, explica Jomar Napoleão, vice-diretor do Comitê de Veículos Leves do Congresso SAE Brasil 2010.

Alguns modelos contam com desembaçador para eliminar esta situação, mas, no caso dos populares, por exemplo, o equipamento só está disponível como opcional. Já as picapes compactas nem contam com a facilidade. Sem o acessório, a visibilidade pode ficar prejudicada e, com isso, o motorista está sujeito a acidentes. Saiba, no entanto, que essa situação é simples de ser evitada com alguns cuidados.

Se o modelo contar com o desembaçador traseiro, é só ligá-lo. Ele é composto por filetes elétricos que esquentam o vidro e eliminam a umidade. Caso não possua o sistema de desembaçamento, o primeiro passo é manter as janelas limpas por dentro e por fora. Mesmo a sujeira que não está aparente aparece quando o vidro começa a embaçar. Use produtos específicos para limpeza ou esfregue jornal na superfície.

Napoleão ensina também a injetar ar externo mais frio, abrir as janelas ou ligar circulação forçada de ar. “Normalmente, para ter uma boa eficiência, o ideal é usar o ar-condicionado, que retira a umidade do interior do veículo e, por isso, o 'desembaçamento' é mais rápido”, diz. “Nos veículo somente com ventilação, deve colocar a rotação no máximo e deixar as janelas pelo menos com uma fresta, para que haja troca de ar com o ambiente externo.”
fonte: http://msn.icarros.com.br/noticias/manutencao/como-evitar-vidros-embacados-no-frio/8636.html

Viajar de carro com segurança

Especialista explica como vistoriar o carro para deixar tudo em ordem

Agência Estado 
Agência Estado

Veja as dicas de cuidados básicos com o automóvel antes de pegar a estrada e evite perder tempo e dinheiro com contratempos no meio do caminho. 


O R7 preparou uma lista com os principais itens a serem verificados e foi à oficina do mecânico e professor do SENAI, Pedro Scopino, para mostrar como fazer para deixar tudo em ordem. 
 
Água
Verificar o nível de água no reservatório do sistema de arrefecimento (refrigeração) do motor e completar se estiver abaixo do recomendado. O reservatório tem uma marcação do nível ideal.

Bagagens
Evite levar muita bagagem, já que peso extra significa mais consumo de combustível e maior distância de frenagem. Coloque tudo no porta-malas, deixando os volumes mais pesados embaixo. Não deixe objetos soltos no carro, pois eles podem “voar” em manobras bruscas e ferir os ocupantes.

Bateria
A carga da bateria deve ser verificada antes de pegar a estrada e, em caso de perda de capacidade, vale a pena trocá-la.

Chuva
Com a pista molhada a atenção precisa ser redobrada. Evite pisadas bruscas no freio e procure dirigir a uma velocidade menor e com o motor mais cheio (os giros mais altos). Cuidado com as poças na estrada e, em casos de chuvas muito fortes, o ideal é encostar no primeiro posto de gasolina e esperar diminuir.

Combustível
No caso dos motores flex, o ideal é abastecer com gasolina. Isso porque, apesar de ser mais cara, a gasolina rende mais e o carro fica com maior autonomia (necessita de menos abastecimentos). Com menos paradas, você chega ao seu destino mais rápido e corre menos risco de ficar sem combustível em estradas com poucos postos de gasolina.

Horário de viagem
Sempre que possível é aconselhável evitar os horários de pico – final da tarde, começo da noite e primeiras horas da manhã. Em feriados prolongados é certeza de congestionamentos.

Crianças
É obrigatório o uso de cadeirinhas ou assentos infantis para crianças menores de sete anos e meio. Use o equipamento ideal para cada faixa etária. Menores de 12 anos somente no banco traseiro.

Documentos
Confira se você está com toda documentação em dia e que não se esqueceu de pegar o RG, a carteira de motorista e o documento do veículo.

Entretenimento
Quando há mais um adulto no carro, procure brincar com as crianças para que a viagem se torne menos cansativa para elas. Cantar músicas e contar histórias são ótimas opções, assim como jogos eletrônicos e DVDs.

Extintor de incêndio
O equipamento vencido rende multa e pode não funcionar corretamente em uma emergência. Leia as instruções de uso para saber como proceder.

Freios
Verifique o nível do fluido de freio no compartimento do motor e, em caso de falta, complete com produto que siga as especificações do manual do proprietário.

Limpador de para-brisas
Jogue água no vidro e ligue o limpador. Se a varredura (limpeza) não for uniforme, é sinal que as palhetas estão ressecadas ou desgastadas e comprometem a visibilidade. A troca é necessária.

Luzes
Cheque as lâmpadas dos faróis alto, baixo e de neblina, além das luzes dos freios e das setas de direção (pisca). Se possível, faça a regulagem do facho dos faróis, que iluminam menos e ofuscam a visão dos motoristas contrários quando estão mal regulados.

Neblina
Em caso de cerração, diminua a velocidade e acenda os faróis baixos e os de neblina (nunca utilize o farol alto, que diminui ainda mais a visibilidade). Procure uma referência no asfalto, as faixas pintadas no chão, para se manter na trajetória ideal. Só pare no acostamento em casos de extrema emergência.

Óleo
Verifique o nível do óleo e complete com o um produto de mesma especificação se necessário. Nunca utilize o carro com o óleo vencido, o que causa sérios danos ao motor.

Pneus
Verifique o estado de todos os pneus, inclusive o reserva. Faça a calibragem de acordo com a pressão recomendada no manual do proprietário. É recomendável fazer o alinhamento e balanceamento. Cheque também o triângulo, o macaco e as chaves de roda.

Prudência
A maioria dos acidentes é causada pela imprudência dos motoristas. Respeite a sinalização e as leis de trânsito, obedecendo aos limites de velocidade indicados nas placas e mantendo uma distância segura em relação ao veículo da frente.

Refeições
Procure fazer refeições leves antes de pegar a estrada. Comer demais ou ingerir comidas pesadas podem causar sonolência ou mal-estar durante a viagem. E, claro, nunca ingira bebidas alcoólicas.

Seguro
Tenha sempre à mão o número do telefone de emergência da sua seguradora e confirme se o prazo de validade do seguro não venceu.

Sono
Nunca pegue a estrada com sono. Caso a sonolência chegue durante a viagem, pare em um posto de combustível e tire uma soneca – não é o ideal, mas ajuda. Uma “piscada” mais demorada ao volante pode causar um terrível acidente.
fonte: http://noticias.r7.com/carros/noticias/veja-as-dicas-para-voce-viajar-de-carro-com-seguranca-20110622.html

Ford Ka 2012

Chega as lojas por R$ 24.500

Nova geração passou por poucas mudanças; Versão mais cara sai por R$ 36.900

De Ícaro Bedani - fotos: Renato Durães
Ford Ka 2012
A Ford anunciou os preços do Ka 2012, que chega às lojas em agosto. Agora, o novo Ka terá quatro opções no catálogo: Base, Fly, Pulse e Sport (única com motor 1.6). A Base tem valor inicial de R$ 24.500 e chega a R$ 27.990 com calotas de 14”, ar-condicionado e travas elétricas. Já na opção Fly, o Ka parte de R$ 26.590 e traz, além de pequenos diferenciais em relação à versão de entrada, vidros elétricos, podendo chegar a R$ 27.790 quando equipado com direção hidráulica. A Pulse, versão top de linha, parte de R$ 29.590 com vidros e travas elétricas, direção hidráulica e ar-condicionado e chega a R$ 31.590 com rodas de 14” de liga leve, air bag e sistema de som My Connection.

Além das opções 1.0, o novo Ford Ka conta também com uma versão “esportiva”. O Ka Sport tem motor 1.6 e parte de R$ 35.900 com rodas de aro 15” com pintura escurecida, spoilers, saias laterais, aerofólio, interior exclusivo, volante diferente do 1.0 e faixas esportivas na pintura.  Com vidros elétricos, o modelo passa a custar R$ 36.900.

As principais alterações na nova geração do Ka são os faróis com máscara negra, lanternas tipo cristal, novo para-choque e molduras nos retrovisores. O interior também ganhou leves alterações, como o câmbio e alavanca do freio e saídas de ar, que receberam adornos prateados. 
fonte: http://carroonline.terra.com.br/noticia,7348,ford-ka-2012-chega-por-r-24500